sexta-feira, 31 de outubro de 2014

Humor
Por: Carlos Humberto




 Joãozinho politizado
Aluno de uma professora extremamente petista, Joãozinho chega ao colégio e lhe diz:
— Tia, lá em casa nasceram oito cachorrinhos e todos vão votar na Dilma.
— Parabéns, Joãozinho - responde a professora feliz.
Três dias depois Joãozinho novamente chega à professora e repete a história:
— Tia, lá em casa nasceram oito cachorrinhos e cinco vão votar na Dilma.
A professora intrigada o questiona:
— Mas não eram oito que iriam votar na Dilma?
— Eram, professora, mas três já abriram os olhos. 

Bichinha suicida
O trânsito parou, engarrafamento total. O bombeiro subiu ao andar, debruçou-se no parapeito e tentou conversar com a bichinha suicida para que não cometesse aquele ato extremo.
— Pensa nos teus pais, como eles vão sofrer - implorou o bombeiro.
— Eu sou órfão - respondeu a bichinha.
— Então pensa na tua mulher e nos seus filhos que vão ficar desamparados - insistiu o bombeiro.
— Eu sou bicha, não tenho mulher nem filhos.
— Então pense no seu parceiro:
— Não tenho, ele me deixou.
O bombeiro já desesperado teve uma ideia:
— Então pensa na eleição, meu amigo. Lula está saindo e vamos nos livrar dele.
— Mas eu vou votar na Dilma - insistiu a bicha.
— Então pula logo, veadinho de merda, o que está esperando? - desistiu o bombeiro.

O voto do defunto
Essa aconteceu num desses currais eleitorais. Com ou sem urna eletrônica, dizem que essas coisas sempre ocorreram e vão continuar a ocorrer. Como os eleitos são os mesmos de sempre, os mortos continuam a votar e nada acontece. A não ser a frustração daquela triste viúva.
No dia seguinte à eleição, a mulher foi ao cemitério. Chegando ao túmulo do falecido marido, ela falou muito irritada:
— Seu desgraçado, insensível, miserável. Você não tem mais a menor atenção comigo. Ontem você foi votar lá na cidade e não teve sequer a consideração de me procurar.

Teste seu conhecimento
Pergunta: Qual a cobra que tem dois ânus?
Resposta: Surucucu





Agora, lascou!
Por Carlos Humberto




Era só o que faltava. Já não dá mais para dar aquela pulada de cerca sem a patroa perceber. Um spray vendido no Japão, “entrega” quando o cara volta para casa depois de dar uma por fora. O aerosol é aplicado na cueca, que fica verde com qualquer vestígio de esperma.
A invenção que recebeu o nome de S-CHECK, é vendida a 200 dólares pela agência de detetives Gull, de Tóquio e saiu no último número da revista científica “News Cientist”, uma das mais prestigiadas do mundo.
O negócio funciona porque o pênis continua vazando esperma até duas horas depois da ejaculação. Ou seja, se o sujeito sai com a amante depois do trabalho, a cueca vai estar manchada quando ele chegar em casa.

O detector funciona também em mulheres que pulam a cerca e ficam com sêmen na vagina. Segundo Takeshi Makino, diretor de outra agencia de detetives no Japão, “99% dos nossos clientes são mulheres casadas” – afirma.
O spray que deixa a cueca verde não é a única arma dos detetives contra os maridos infiéis. Dois tipos de gel também pegam o cidadão no pulo. Um deles é para ser esfregado discretamente nas costas do sujeito pela esposa. Se ele tomar uma ducha no meio da tarde, vai voltar para casa com uma bela mancha na pele.
O outro é para ser usado nas meias: elas mudam de cor quando o cara as tira por pelo menos 15 minutos.

Portanto, o jeito agora é:
1) Levar uma cueca extra; 2) Não tomar banho; 3) Trepar de meias; e 4) Matar o filho da puta que inventou essa merda! 

sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Buracos na rua ou crateras de guerra?
Por: Ronilo Juliano



Falar nos buracos em Juazeiro –BA é onde mais se tem notícia, as mulheres não podem usar um salto alto porque podem cair e acabam se tornando mais uma vítima deste predador imóvel e “as vezes” invisível. Nas caminhadas matinais, os mais velhos são os mais prejudicados já que não possuem os poderes do quarteto fantástico, para poderem se livrar deste inimigo frio e calculista. 

Os idosos enxergam mal, e com a pouco iluminação das ruas são as maiores vítimas, já que fazem suas caminhadas bem cedo e acabam nas garras dos famosos buracos quebrando seus óculos e torcendo o tornozelo na queda. Pode até não ser um filme de terror, mas alguns acidentes possem seus efeitos especiais graças ao já popular ser soturno. As mulheres também sofrem com isso já que, para esbanjarem beleza e poderem andar de salto alto, fica praticamente complicado desfilar e mostrar toda a sua sensualidade e erotismo nas plataformas cada vez "maiores" e desvincilhando destes obstáculos que pregam em derrubar: essa maravilha feminina que Deus nos deu! 

È uma verdadeira aventura de Indiana Jones, poder se aventurar e sair andando em algumas ruas de nossa cidade. De um lada os caros e as motos que não respeitam os pedestres, sendo que no final de semana, a coisa parece mais o filme velozes e furiosos já que mal você consegue chegar do outro lado da sua rua sem ser atropelado. Não foi a toa que se criou uma estrela de cinema em Juazeiro “joão buracão”, que é um super-herói e defensor da cidade, ele é um boneco de pano que mais lembra as bonecas infláveis utilizadas para a satisfação do prazer sexual. O boneco é colocado em cada obra e buraco a vista que é deixado de lado, alertando os pedestres que o seu arqui rival está por perto; o buraco sorrateiro e derrubador de senhoras e senhoritas, e que ataca quem chegar primeiro!

De acordo com a prefeitura este problema do buraco no bairro centenário e os demais ainda vão ser resolvidos; mais isso esta parecendo mais cenas do próximo episódio.

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segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Mandela e Salvador

Por Otavio Freitas


Que Salvador é uma das cidades mais negras do país assim como o Rio de Janeiro não resta dúvida, e ambas guardam características em comum, a alegria e beleza de uma população negra que muito nos orgulha e também diverte. Em fevereiro de 1992 os soteropolitanos receberam a visita de Nelson Mandela, o líder da derrubada do apartheid, o cruel regime de segregação racial na África do Sul.
A movimentação de grupos afros e governo foram intensas para receber o ilustre visitante no bairro da Liberdade (com a maior população negra da cidade), lá seriam inaugurados um busto e a praça com o nome de Nelson Mandela. A recepção era apoteótica,com direito a grande queima de fogos de artifício e muita música.Os fogueteiros receberam a seguinte instrução: "Assim que vocês virem um negão alto, de cabelos brancos, saindo de um carro oficial preto, podem mandar brasa e tocar os fogos". Por uma razão desconhecida Mandela deixou de ir a Câmara de Salvador para receber a medalha Thomé de Souza. O professor e historiador Jaime Sodré (PhD em história da cultura negra), teve a missão de ir à Liberdade avisar que Mandela chegaria mais cedo, assim que desceu do carro e  avistaram o professor, um negro, alto e de cabelos brancos, os fogueteiros não contaram conversa como se diz por lá, começou a maior queima de fogos que a Liberdade já tinha visto, iluminando o céu e contagiando todos que lá se encontravam.
O professor Sodré completamente atônito gritava:
- Não, não, não! Eu não sou Mandela!
Nem precisa dizer que de nada adiantou, o professor ficou sentido porque Mandela só teve as bandas de música na sua chegada e relembrava risonho que foi Mandela por um dia, coisas da Bahia!



Quando chega a noite o céu fica escuro: muriçocas de Juazeiro vão tocando o terror!

Por: Ronilo Juliano 

                                         Canal que está descoberto incomoda moradores


Obras publicas em Juazeiro-BA, tem sempre na maioria das vezes esse costume de começar e deixar para que outro prefeito tome partido e finalize a obra, mais como na maioria das vezes ninguém quer terminar uma obra para colocar o nome de outro prefeito. Por conta das muriçocas, os casais de namorados nem conseguem ficar em suas portas e quando o namorado da um tapinha para matar uma muriçoca na coxa de sua companheira, ainda pode ser acusado pela Lei Maria da Penha de violência contra a mulher e o sogro pode dizer que o rapaz está com assédio sexual com sua filha ou para piorar algum vizinho que olhar a cena: pode questionar que o casal é sadomasoquista.

Quando se cobriu o canal de esgoto que passa entre os bairros Centenário, Lomanto Junior, Alto do Cruzeiro e Monte Castelo amenizou um pouco a situação das muriçocas para alguns mas ficou uma obra incompleta, já que uma parte ainda está descoberta principalmente entre os bairros Alto do Cruzeiro, Park Centenário e Monte Castelo e com isso o mal cheiro e principalmente as muriçocas são um problema constante aos moradores desses bairros.

As muriçocas aparecem até de dia, o mau cheiro está dando dor de cabeça aos moradores e alguns chegam a viver trancados. Em algumas casas chega-se a gastar R$ 70,00 reais de veneno por mês, e a partir das 18:00 horas as pessoas mal podem abrir a boca por que elas podem entrar dentro e acabam engolindo algumas. As crianças, chegam a se enrolar dos pés até a cabeça em lençóis e só deixam os olhos de fora se quiserem ficar na porta de suas casas, em pessoas com alergia o corpo abre manchas. Existe o carro de fumacê que a prefeitura passa às vezes nos bairros mas dificilmente se resolve o problema; já que o bueiro do esgoto ainda está aberto sendo que é lá que elas se escondem e saem a noite.

Os comerciantes que moram perto do canal da vergonha, reclamam do mau cheiro e o fedor que vem do canal espanta seus clientes. Com isso ficam no prejuízo e esperando uma atitude das autoridades “competentes” ou não. Mesmo morando longe do canal a população para não se abater com a praga das muriçocas, estão improvisando em tomar cerveja nos bares embaixo do mosquiteiro, mostrando bastante criatividade como foi mostrado na TV São Francisco no bar do Mazinho no bairro Alto da Maravilha. Isso sem falar dos casais que aderem ao mosquiteiro, para poderem efetuar o seu amor já que as visitas indesejáveis das muriçocas: também insistem em participar do relacionamento noturno. 

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sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Igrejas evangélicas x bares só o barulho desempata está disputa

Por: Ronilo juliano



Adoração, gritaria, música alta, e pregações em alto volume dão o teor dos cultos e moda de se criar igrejas evangélicas até em garagens de casas nos bairros. E ainda assustam pelos vocabulários cabeludos que prezam pela falta de bom senso em alguns casos.
É assim que moradores de diversas partes de Juazeiro – BA se deparam ao terem próximo de suas residências às igrejas evangélicas, especialmente as de cunho neopentecostal.
Religião é uma questão complicada, principalmente quando o interesse é aumentar o cofre de alguém como se fosse o Tio Patinhas vão enchendo a pança com o dinheiro daqueles, que ainda acham que um homem ou mulher que nem terminou o ensino médio "as vezes" vai conseguir lhes arranjar um tereno no céu dependendo do valor da sua oferta ao bom pastor(a). E enquanto isso o bar, ainda sobrevive das caridosas moedas de pinga com valor de R$ 2,00 a dose.

As vezes não é possível ficar nem na porta de sua casa por causa do alto som que vem das igrejas restando à população, a alternativa de aumentar o volume de aparelhos eletrônicos como televisores e rádios para contrapor o barulho  de templos improvisados até mesmo em antigos bares, ex-prostíbulos e muros de casas onde os pregadores da fé fazem da gritaria; um culto aliado às performances bizarras que beiram formas esquizofrênicas.
O bairro Park Centenário, é uma prova disso só em um quilometro existe 5 igrejas, de acordo com uma moradora do bairro é uma coisa que dá nos nervos é um barulho, uma gritaria, que não dá pra aguentar. Quando o culto começa é preciso sair de sua casa e voltar às 10 horas da noite; ela mora próximo de um templo que preza pela falta de respeito. Assim como em outros bairros esse é mais um daqueles que foram assediados pelas igrejas do barulho.
A cidade está completamente infestada de templos que prezam pelo desrespeito ao vizinho. Algumas realmente incomodam mais do que bares, sendo que as igrejas ganharam a classificação de lugares santificados.

Os bares, botecos e seus assíduos frequentadores, que chegam até a aparecer 6 horas da manhã para praticamente tomar o desejum com uma pinga, de acordo com moradores que são vizinhos das igrejas evangélicas, são menos barulhentos do que o povo que pensa que: "Deus é surdo por causa da gritaria"!
Se o rock ainda é coisa do diabo como diria Raul Seixas e perturbar o ouvido alheio será coisa de Deus? Desta forma seguiremos a frase do poeta do rock Renato Russo o mundo ainda anda mesmo complicado !

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segunda-feira, 13 de outubro de 2014

Brasil e Alemanha, distantes no futebol e no combate à homofobia

Por Carlos Humberto


Atuais campeões mundiais de futebol, os dirigentes da Alemanha estão na vanguarda na luta contra o preconceito e a homofobia nos campos das terras bavárias. 
Desde 2012, os clubes que disputam a Bundesliga, o campeonato nacional de lá, orientam os torcedores a não gritarem cantos homofóbicos nos estádios.


Thomas Hitzlsperger, defendeu a Alemanha por seis anos e se declarou gay em 2014 (Fotxo: Associated Press)
A campanha se consolidou no ano seguinte quando a Deutscher Fussball-Bund, correspondente à nossa CBF, publicou uma cartilha incentivando os jogadores a assumirem sua homossexualidade. 
Considerada ousada pelo mundo machista do esporte, em especial o futebol, o documento de 28 páginas, intitulado “Homossexualismo e o futebol”, foi distribuído para mais de 20 mil clubes do país.
Surpreendentemente, o guia foi bem recebido entre atletas, técnicos, dirigentes, formadores de opinião e o torcedor de uma maneira geral. O exemplo alemão é seguido nos Estados Unidos, onde campanhas similares são endossadas por clubes, federações e governo.
Ao invés de um guia, a Liga Norte-Americana de Futebol (MLS), se engajou na campanha “You Can Play”, que incentiva esportistas gays a exporem sua orientação sexual.

Robbie Rogers, jogador americano que luta contra a homofobia no esporte (Foto: Getty Images)
Se na experiência alemã, Thomas Hitzlsperger, meia que defendeu a seleção de 2004 a 2010 teve a coragem de desafiar a intolerância ao se declarar homossexual em 2014, o californiano Robbie Rogers, 26 anos, é o precursor americano a seguir o mesmo caminho.
Não é fácil para o atleta tornar público sua preferência sexual, não importa qual seja o esporte que pratique. Essa decisão implica em sérias consequências que podem pôr fim a uma carreira brilhante e promissora.
Romper essa barreira é um ato de muita coragem para qualquer atleta, explica Gerd Dembowski, sociólogo da Universidade de Hannover e consultor da DFB: "O guia é para os atletas, para dirigentes e técnicos também. É para mostrar como eles podem sair do armário, como agir com a pressão da mídia. Mas, mais do que os jogadores, é para ajudar os dirigentes, os técnicos sobre o que eles devem falar, que mensagem devem passar".
Contratos milionários podem ser cancelados e vínculos com o clube rompidos. Para estes, ter em seu elenco atletas declaradamente gays “mancham a imagem do clube” e “afugentam investidores”, diz o consultor de marketing esportivo Amir Somoggi.
Para o jogador, amedronta muito mais o grito que vem da arquibancada, da rejeição popular.
Assim como o futebol mostrado na última Copa do Mundo, o Brasil está longe de iniciativas como a que os alemães e americanos ensinam.
Por aqui, o selinho do atacante Emerson Sheik no amigo foi alvo de deboche nacional – “a Hebe voltou” -, e ele teve que se explicar para sua torcida e companheiros de time.
Hoje defendendo o Vitória da Bahia, o polivalente Richarlyson sofre patrulha desde quando atuava no São Paulo. Sem nunca ter se declarado gay, já processou dirigentes e também conviveu com a indiferença da torcida tricolor que não gritava seu nome quando era anunciada sua escalação.
Na contramão do que prega os alemães e americanos, o presidente do Sindicato dos Atletas Profissionais de São Paulo, o ex-goleiro Rinaldo Martolelli, faz ressalvas em entrevista concedida à Revista Placar, da Editora Abril: “Não aconselharia nenhum jogador a se assumir. É algo que traria muito desgaste à carreira”.
Para o diretor da Camisa 12, organizada do Corinthians Paulista, Marco Antonio Capão, no seu clube “é lugar de macho”. 
A própria justiça tem visão particular sobre o tema. Segundo o juiz Manoel Maximiano Junqueira Filho, da 9ª Vara Criminal de São Paulo, “futebol é jogo viril, varonil, não homossexual”, escreveu em sentença.
Em âmbito local, o tema passa ao largo das preocupações de autoridades, pais, dirigentes, técnicos e da mídia. Inexiste qualquer estudo nesse sentido.
Casos comprovados, são tratados como mais uma história picante que vai abastecer o livro do folclore esportivo.
A proximidade entre os personagens envolvidos e até mesmo o medo de se envolver em problemas que “não é da minha conta” funcionam como barreiras invisíveis e tornam a pesquisa impossível de ser realizada.
É uma tremenda bola fora.

sexta-feira, 10 de outubro de 2014

Chalako: clube de prostituição será transformado em clínica de recuperação e museu antidrogas

Por: Ronilo Juliano

                                                    Antiga boate em processo de reforma


O Chalako Nigth club era um local onde crianças e adolescentes não entravam nem para beber refrigerante. Quem chegava a Juazeiro - BA, e participava de conversas em qualquer ponto informal da cidade, logo acabava conhecendo alguém que foi, ou que ainda era um assíduo frequentador da casa noturna. Com variadas histórias no ouvido, nascia logo uma vontade de conhecer o popular Chalako.
A boate de prostituição era bem frequentada principalmente pela classe media alta de Juazeiro. Os clientes eram compostos de políticos, autoridades, empresários, estudantes universitários e de quem não se importava em pagar caro para ter acesso a mulheres do mais alto escalão em se falando de prostituição. 

De acordo com depoimentos de ex - frequentadores, na entrada da boate havia um mural com fotos de mulheres nuas como na revista da Playboy. Eram mulheres que já passaram ou que ainda frequentavam a casa; o DJ do Chalako anunciava os shows das garotas que faziam striptease. Elas usavam roupas de personagens que excitavam e fascinavam os fregueses desde cowgirl, colegial e médica. 
A maioria das garotas que trabalhava no clube não era de Juazeiro. Algumas chegavam de Brasília e eram estudantes, vinham para faturar uma grana. O maior percentual de mulheres era do estado do Piauí, outras arranjavam maridos e ficavam por aqui. Já teve gente que pagou mil reais para sair com uma stripper.


A polícia civil prendeu todo mundo que trabalhava no local. O ex-dono da boate que era um empresário conhecido na região fugiu, mas ainda deve ter muito japonês triste por aí; já que era a clientela de empresários do clube. Hoje o Chalako se encontra fechado, mas vai ser inaugurado como clinica de recuperação de dependentes químicos e museu antidrogas.

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